Lembro-me de ser miúda e este ser um dos eventos de família que não se falhava. Mas não era aqui em Lisboa, mas sim no Porto. Partíamos cedinho de Chaves e lá íamos nós à Feira do Livro, ver todas as bancas, memorizar os livros que gostámos mais e depois negociar a quantidade de livros que podia levar (conseguia sempre um extra!). Hoje em dia o sítio é outro, a companhia também e o negócio da quantidade de livros a levar tem mesmo que ser com a minha carteira! Criam-se memórias novas, mas o entusiasmo é o mesmo.
Apareçam no Parque Eduardo VII! Os livros vão estar lá até dia 13 de Junho, mas todos os dias há coisas a acontecer, vejam a agenda aqui.
Começa hoje a Feira do Livro!
26 de maio de 2016
Etiquetas:
coisas minhas,
para ir,
para ler,
para relembrar,
para ter
28.
25 de maio de 2016
Quando somos miúdos, perguntam-nos inúmeras vezes que idade temos e isso faz com que nunca nos esqueçamos dela, mas chega a uma altura que isso deixa de acontecer e não sei se com vocês é igual mas eu às vezes preciso de pensar para me relembrar da idade que tenho.
Uma vez por ano vai-se renovando e a minha vez foi este mês, fiz 28 anos, estou quase nos 30 e é um bocadinho assustador, não me sinto nada com esta idade ou pelo menos não me sinto como achava que ia sentir quando viesse a ter esta idade. Nunca fiz grandes planos, só perspectivas, mas sei lá...
Fazer anos é um bocado como uma passagem de ano, logo é um óptimo pretexto para pensar profundamente na vida que levamos, o que é para manter igual, o que é para largar completamente, o que pretendo fazer diferente, etc...
O que é que está errado aqui? Só pensar nisto nestas 2 alturas do ano.
Uma vez por ano vai-se renovando e a minha vez foi este mês, fiz 28 anos, estou quase nos 30 e é um bocadinho assustador, não me sinto nada com esta idade ou pelo menos não me sinto como achava que ia sentir quando viesse a ter esta idade. Nunca fiz grandes planos, só perspectivas, mas sei lá...
Fazer anos é um bocado como uma passagem de ano, logo é um óptimo pretexto para pensar profundamente na vida que levamos, o que é para manter igual, o que é para largar completamente, o que pretendo fazer diferente, etc...
O que é que está errado aqui? Só pensar nisto nestas 2 alturas do ano.
Rebuçados da Régua
1 de abril de 2016
As minhas idas para cima são sempre de autocarro a não ser que tenha uma boleia. Infelizmente já não há comboio em Chaves, deixou de haver no ano em que nasci! Mesmo assim posso dizer que ainda andei nele, os meus pais já sabiam que ia deixar de haver, então quiseram dar a última volta comigo : ) Se houvesse, vos garanto que seria sempre a minha opção, adoro andar de comboio, já de autocarro a história é outra...
Bem, mas ia a dizer, na semana passada fomos para cima de autocarro e calhou ir num que fez a passagem pela Régua (coisa que não acontece muitas vezes), quando fizemos a paragem para saírem passageiros, entrou uma senhora da terra a vender saquinhos de rebuçados da Régua e eu claro que não resisti e comprei um saquinho de 9 a 1€!. Na verdade não conheço muito sobre o assunto, mas pelo sabor dá para perceber que é açúcar puro mas mesmo assim fui fazer uma pesquisa e fiquei a saber que a senhora que entrou no autocarro de cesta ao tiracolo carregada de saquinhos de rebuçados se chama Rebuçadeira e que existem 14 rebuçadeiras na região que fazem disto vida. Fiquei também a saber que esta tradição que vai passando de geração em geração, já vem desde 1879! É à noite que os rebuçados são feitos e durante o dia as mesmas senhoras vão vendê-los à estação de comboios, paragens de autocarros e a carros parados no trânsito.
A receita anda por aí pelas internetes e fiquei a saber que para além do açúcar também leva água, mel e limão, mas estas coisas não há nada como deixar a confeção para quem realmente sabe. E porque não aproveitar para dar um saltinho ao Douro?
Este post foi escrito a comer um rebuçado da Régua.
Bem, mas ia a dizer, na semana passada fomos para cima de autocarro e calhou ir num que fez a passagem pela Régua (coisa que não acontece muitas vezes), quando fizemos a paragem para saírem passageiros, entrou uma senhora da terra a vender saquinhos de rebuçados da Régua e eu claro que não resisti e comprei um saquinho de 9 a 1€!. Na verdade não conheço muito sobre o assunto, mas pelo sabor dá para perceber que é açúcar puro mas mesmo assim fui fazer uma pesquisa e fiquei a saber que a senhora que entrou no autocarro de cesta ao tiracolo carregada de saquinhos de rebuçados se chama Rebuçadeira e que existem 14 rebuçadeiras na região que fazem disto vida. Fiquei também a saber que esta tradição que vai passando de geração em geração, já vem desde 1879! É à noite que os rebuçados são feitos e durante o dia as mesmas senhoras vão vendê-los à estação de comboios, paragens de autocarros e a carros parados no trânsito.
A receita anda por aí pelas internetes e fiquei a saber que para além do açúcar também leva água, mel e limão, mas estas coisas não há nada como deixar a confeção para quem realmente sabe. E porque não aproveitar para dar um saltinho ao Douro?
Este post foi escrito a comer um rebuçado da Régua.
Arranquei o dente!
31 de março de 2016
Eu bem disse que me doía e que o melhor nestas situações é ir a quem sabe do assunto.
E assim foi, arranquei pela primeira vez um dente, ou melhor, arrancaram-me!
Uff..
E assim foi, arranquei pela primeira vez um dente, ou melhor, arrancaram-me!
Uff..
Dores de dentes.
23 de março de 2016
Estou com uma dor num dente que vai daqui até à lua e da lua até aqui. Ter dor de dentes é o mesmo que ter dor no corpo todo, é mesmo muito mau, ainda por cima é o do siso que teima em moer-me o juízo (sim, ainda tenho dentes do siso a querer sair, acho que explica muita coisa). Demoro tanto tempo a comer que até lhe perco a vontade, estou desconfortável o dia todo e à noite não consigo dormir como deve ser. Não gosto de químicos, logo nunca são a minha primeira opção, se bem que neste caso teve mesmo que ser. Mesmo assim gosto de recorrer a métodos ditos naturais, por isso para quem estiver a sofrer do mesmo ou vier a sofrer, aqui vos deixo as mézinhas fui recolhendo aqui e ali.
> bochechar um copo de água morna com meia colher de sopa sal grosso durante 30/50seg (e deitar fora) para matar as bactérias que temos na boca. Assim além de limpar, vai ajudar a cicatrizar e aliviar a dor;
> cubo de gelo com ele em cima do dito cujo dente para aliviar o inchaço e a dor;
> beber água várias vezes ao dia e bochechar também (e depois deitar fora);
> usar compressas frias (durante 10minutos) para aliviar a dor;
> comer gelado!;
> gel dental, eu uso o Elugel que é óptimo.
Mas claro que tudo isto é só para ajudar a não ter tantas dores, o ideal é mesmo ir ao dentista ver o que se passa aí e eu vou já amanhã tratar disso!
> bochechar um copo de água morna com meia colher de sopa sal grosso durante 30/50seg (e deitar fora) para matar as bactérias que temos na boca. Assim além de limpar, vai ajudar a cicatrizar e aliviar a dor;
> cubo de gelo com ele em cima do dito cujo dente para aliviar o inchaço e a dor;
> beber água várias vezes ao dia e bochechar também (e depois deitar fora);
> usar compressas frias (durante 10minutos) para aliviar a dor;
> comer gelado!;
> gel dental, eu uso o Elugel que é óptimo.
Mas claro que tudo isto é só para ajudar a não ter tantas dores, o ideal é mesmo ir ao dentista ver o que se passa aí e eu vou já amanhã tratar disso!
Uma aspirante a ceramista.
20 de março de 2016
A cerâmica nunca me passou ao lado, mas foi só há cerca de 2 anos que comecei a dedicar-me mais a sério a esta arte. Comecei por tirar um curso e agora é nesse mesmo espaço que crio as minhas peças, sempre com o olhar atento do professor, apesar de nos dar total liberdade para fazermos o que nos der na real gana.
Fascina-me fazer as minhas próprias coisas. Perceber que sou capaz de através das minhas mãos criar peças que me surpreendem. Pegar em matéria prima tão natural, tão terra, tão simples e transformá-la em pequenas maravilhas.
Para já os cobaias somos eu e o Gonçalo cá por casa que está cada vez mais nossa - com tanta coisa que fazemos para ela, para nós, e uma vez ou outra um presente para um familiar ou amigo, mas quem sabe um dia não comece a levar lá para fora as minhas peças, ter pessoas que não conheço a usarem as minhas peças deixaria-me mesmo feliz!
Para já, vou partilhando em registo fotográfico o evoluir delas no meu instagram e depois no tumblr já é possível ver o resultado final (por falar nisso, já era actualizado..).
Espero que gostem e aceito críticas!
Fascina-me fazer as minhas próprias coisas. Perceber que sou capaz de através das minhas mãos criar peças que me surpreendem. Pegar em matéria prima tão natural, tão terra, tão simples e transformá-la em pequenas maravilhas.
Para já os cobaias somos eu e o Gonçalo cá por casa que está cada vez mais nossa - com tanta coisa que fazemos para ela, para nós, e uma vez ou outra um presente para um familiar ou amigo, mas quem sabe um dia não comece a levar lá para fora as minhas peças, ter pessoas que não conheço a usarem as minhas peças deixaria-me mesmo feliz!
Para já, vou partilhando em registo fotográfico o evoluir delas no meu instagram e depois no tumblr já é possível ver o resultado final (por falar nisso, já era actualizado..).
Espero que gostem e aceito críticas!
Brigadeiros
12 de março de 2016
Estão a ver aqueles dias que têm desejo de um doce? E estão a ver quando parece que esse doce vos persegue o dia inteiro? Ontem isso aconteceu-me e foi com um brigadeiro. Não é que seja agarrada, mas mete-me alguma confusão pagar 1,40€ por um brigadeiro que é tão pequenino e na verdade tão simples de fazer. Então cheguei a casa cheia de desejos, vim verificar os ingredientes que precisava e os que tinha na despensa e toca a ir ao supermercado comprar leite condensado (que até estava em promoção no Mini-preço) e côco para ralar (o resto já tinha).
Por isso se algum dia tiverem desejos de brigadeiro, como por exemplo de certeza que devem estar a ter agora, aqui segue a receita dos que eu fiz.
Vão precisar:
- 1 lata leite condensado
- 2 colheres de sopa de chocolate em pó
- 1 colher de sopa de manteiga
- chocolate em pó, côco ralado, pepitas de chocolate ou outros para ralar.
Como fazer:
Numa panela colocar manteiga ao lume e depois de derretida, colocar o leite condensado. Mexer bem (sempre em lume médio) e depois inserir o chocolate separadamente (1 colher de cada vez para diluir bem). Mexer durante 10 minutos até engrossar e está pronto!
O ideal é ir ao frigorifico para ficar frio e mais durinho e de seguida fazer as bolinhas com as mãos untadas com manteiga e para finalizar ralar ao gosto de cada um.
Super simples não é? E para além de serem muito mais baratos que 1,40€ cada, ficam com uma quantia jeitosa de brigadeiro para além de que ficam deliciosos.
imagem tirada daqui.
Vão precisar:
- 1 lata leite condensado
- 2 colheres de sopa de chocolate em pó
- 1 colher de sopa de manteiga
- chocolate em pó, côco ralado, pepitas de chocolate ou outros para ralar.
Como fazer:
Numa panela colocar manteiga ao lume e depois de derretida, colocar o leite condensado. Mexer bem (sempre em lume médio) e depois inserir o chocolate separadamente (1 colher de cada vez para diluir bem). Mexer durante 10 minutos até engrossar e está pronto!
O ideal é ir ao frigorifico para ficar frio e mais durinho e de seguida fazer as bolinhas com as mãos untadas com manteiga e para finalizar ralar ao gosto de cada um.
Super simples não é? E para além de serem muito mais baratos que 1,40€ cada, ficam com uma quantia jeitosa de brigadeiro para além de que ficam deliciosos.
imagem tirada daqui.
Prémios Novos - 2016
7 de março de 2016
Pessoal de Lisboa, parece-me um óptimo motivo para sair numa quarta-feira à noite depois de um dia de trabalho. Ainda por cima é grátis!
Dormir no quarto do Van Gogh.
3 de março de 2016
Sim, leram bem, é possível!
A ideia é incrível e veio por parte do Instituto de Arte de Chicago para promover a exposição "Van Gogh`s Bedroom`s. Em parceria com o site Airbnb, recriaram o quarto na perfeição e cada noite fica por apenas 9€ (só é pena ser longe, senão não me escapava garantidamente).
Se estiverem por aqueles lados tentem a vossa sorte aqui.
A ideia é incrível e veio por parte do Instituto de Arte de Chicago para promover a exposição "Van Gogh`s Bedroom`s. Em parceria com o site Airbnb, recriaram o quarto na perfeição e cada noite fica por apenas 9€ (só é pena ser longe, senão não me escapava garantidamente).
Se estiverem por aqueles lados tentem a vossa sorte aqui.
O Riscas.
1 de março de 2016
A parte ingrata de se ter um animal é que partem cedo demais...
O Riscas era um gato muito especial, era o gato dos meus pais e foi o Riscas que escolheu ser o Riscas e o gato dos meus pais. Ao contrário dos outros gatos (que paravam pelo pátio, mas cada vez que sentiam os nossos movimentos fugiam a sete pés), o Riscas não, ficava parado a olhar quase a pedir para fazer parte da família. E assim foi, o tempo foi passando, fomos-nos conquistando, ele foi conhecendo a casa, tinha o seu horário para ir lá comer mas nunca ficava a dormir, até que ficou 2 dias sem aparecer e quando regressou vinha a cambalear, e mesmo depois de lhe termos dado de comer, continuou mal. Depois de uma ida ao veterinário verificou-se que estava doente e de certa forma, salvámos-lhe a vida e disso ele nunca se esqueceu. Depois de ter estado uns dias internado passou por fim a ser o gato lá de casa e só saía para dar as suas voltinhas para ver se continuava tudo no sítio, mas a casa dos meus pais, passou também a ser a casa dele.
Era o gato mais meigo que algum dia conheci, super fiel aos meus pais e super mimado também. Sempre que alguém se sentava no sofá ou até mesmo no chão, ele saltava logo para o colo, só queria mimo, festinhas e dar turrinhas. Foi graças a ele que a Pantone aprendeu tão rápido como usar a areia, como e onde comer ou simplesmente brincar (aliás, eu quero acreditar que o Riscas é o pai biológico da Pantone, mas se não é, é sem dúvida o pai de coração). A primeira semana da Pantone em casa dos meus pais antes de vir para cá, foi toda passada com o Riscas e isso foi essencial para a sua educação, e que santa paciência o Riscas teve!
Já não era novo quando foi lá para casa, e visto que era um gato de rua, ganhou o mais variado tipo de doenças e foi isso que levou a esta partida cedo demais...
Este post não é para ser triste, é sim para homenagear e recordar a boa vida que fizemos por dar a este lindo gato e as boas memórias que ele nos deixou. Vai deixar muitas saudades e nunca será esquecido. Vai-me custar a próxima vez que for a casa e não o vir por lá, mas sabem uma coisa boa? O Riscas recentemente trouxe lá para casa uma amiga que até já tem nome, é a Pipoca! Ela andava sempre de volta dele e percebeu que nós éramos de confiança, então passou a ser visita frequente lá em casa também. Conquistou-nos num instante e ajudou muito nestes últimos dias a tomar conta dele e acima de tudo a fazer companhia. Sei que ela também vai ter muitas saudades do Riscas e apesar de não o substituir porque ninguém é substituível, é uma nova vida, uma nova alegria lá para casa, uma memória viva do nosso Risquinhas (pois também desconfio que é filha dele e irmã da minha Pantone!). Ficam também as fotografias de momentos que este lindo gato nos proporcionou.
E com isto já falei mais de gatos neste blog numa semana que em todos os 8 anos de blog. A vida tem destas coisas!
O Riscas era um gato muito especial, era o gato dos meus pais e foi o Riscas que escolheu ser o Riscas e o gato dos meus pais. Ao contrário dos outros gatos (que paravam pelo pátio, mas cada vez que sentiam os nossos movimentos fugiam a sete pés), o Riscas não, ficava parado a olhar quase a pedir para fazer parte da família. E assim foi, o tempo foi passando, fomos-nos conquistando, ele foi conhecendo a casa, tinha o seu horário para ir lá comer mas nunca ficava a dormir, até que ficou 2 dias sem aparecer e quando regressou vinha a cambalear, e mesmo depois de lhe termos dado de comer, continuou mal. Depois de uma ida ao veterinário verificou-se que estava doente e de certa forma, salvámos-lhe a vida e disso ele nunca se esqueceu. Depois de ter estado uns dias internado passou por fim a ser o gato lá de casa e só saía para dar as suas voltinhas para ver se continuava tudo no sítio, mas a casa dos meus pais, passou também a ser a casa dele.
Era o gato mais meigo que algum dia conheci, super fiel aos meus pais e super mimado também. Sempre que alguém se sentava no sofá ou até mesmo no chão, ele saltava logo para o colo, só queria mimo, festinhas e dar turrinhas. Foi graças a ele que a Pantone aprendeu tão rápido como usar a areia, como e onde comer ou simplesmente brincar (aliás, eu quero acreditar que o Riscas é o pai biológico da Pantone, mas se não é, é sem dúvida o pai de coração). A primeira semana da Pantone em casa dos meus pais antes de vir para cá, foi toda passada com o Riscas e isso foi essencial para a sua educação, e que santa paciência o Riscas teve!
Já não era novo quando foi lá para casa, e visto que era um gato de rua, ganhou o mais variado tipo de doenças e foi isso que levou a esta partida cedo demais...
Este post não é para ser triste, é sim para homenagear e recordar a boa vida que fizemos por dar a este lindo gato e as boas memórias que ele nos deixou. Vai deixar muitas saudades e nunca será esquecido. Vai-me custar a próxima vez que for a casa e não o vir por lá, mas sabem uma coisa boa? O Riscas recentemente trouxe lá para casa uma amiga que até já tem nome, é a Pipoca! Ela andava sempre de volta dele e percebeu que nós éramos de confiança, então passou a ser visita frequente lá em casa também. Conquistou-nos num instante e ajudou muito nestes últimos dias a tomar conta dele e acima de tudo a fazer companhia. Sei que ela também vai ter muitas saudades do Riscas e apesar de não o substituir porque ninguém é substituível, é uma nova vida, uma nova alegria lá para casa, uma memória viva do nosso Risquinhas (pois também desconfio que é filha dele e irmã da minha Pantone!). Ficam também as fotografias de momentos que este lindo gato nos proporcionou.
E com isto já falei mais de gatos neste blog numa semana que em todos os 8 anos de blog. A vida tem destas coisas!
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